Judgement Detox

Você leu certo, Judgement Detox.
Seria alguma receita Detox da Bela Gil? Não, e também não promete resultados imediatos. Depende somente de você.

Eu amo colecionar receitas que se destinam a nos deixar mais saudáveis que limpam tudo o que é desnecessário da nossa vida, trazendo mais energia e disposição para coisas novas acontecerem. De certa forma, foi assim que me deparei recentemente com este outro tipo de Detox, que julgo ser tão importante quanto para transformar a nossa vida em algo muito mais leve, fluído e que nos permita a alcançarmos tudo o que sonhamos pra nós mesmos.

Gabrielle Bernstein, autora americana de best-sellers como “The Universe has your back” e outros cinco livros, agora está lançando “Judgement Detox” que propõe uma reflexão a todos dispostos a melhorar a sua vida através da identificação de sentimentos tóxicos que formamos sobre algumas pessoas. Segundo ela, perdoar faz com que transformemos a nossa vida através do desbloqueio da energia parada pelas relações contaminadas por sentimentos relacionados ao pré-julgamento.

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FONTE: TINA WELLS

Muitas vezes não percebemos que situações específicas nos deixam com a energia baixa, como se não pudéssemos enxergar os próximos passos da nossa jornada, ou até mesmo como se tivéssemos plantado pensamentos negativos sobre algumas pessoas que nos rodeiam.

Por que a crítica é algo que nos faz tão mal? Por que às vezes julgamos os outros até mesmo sem nem conhecê-los melhor? Por que tememos tanto a crítica dos outros a ponto de travarmos nossa vida ao imaginar o que os outros poderão estar pensando de nós ou de nossos projetos?

Uma reflexão por trás de nossos pensamentos.

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Por vezes somos contagiados por julgamentos inconscientes sobre coisas que não deveríamos nos preocupar. O ato de julgar é muito prejudicial a todos nós e ao fazermos isto estamos muitas vezes colocando para fora algum sentimento que temos medo de encontrar em nós mesmos.

Segundo a autora, os julgamentos vêm do momento da separação, quando classificamos algo como discernimento ou julgamento. Neste caso, em muitas vezes consideramos uma verdade falsa como uma verdade concreta e verdadeira, provavelmente contaminados por algum outro sentimento que deixamos passar.

Não me considero uma pessoa crítica, talvez ninguém se considere. Mas vivemos em uma sociedade que está habituada a fazer isso o tempo todo. As redes sociais trazem uma vida paralela, com uma imagem irreal da vida das outras pessoas que pode causar frustrações e pré-julgamentos capazes de contaminar as relações.

Ao prestarmos atenção no nosso comportamento ao julgarmos os outros, podemos perceber a distinção entre as emoções e aí sim projetar o Detox destas emoções que nos prejudicam. Nós não nascemos com o poder do julgamento e isso é algo que adquirimos vivendo em sociedade.

Gabrielle propõe então que invertemos este processo e ao percebermos quando estamos expondo esta energia tóxica ao julgar algo ou alguém, possamos interromper este processo logo no início.

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Enxergando o mundo de outra forma

O antídoto para terminar com este sentimento é a compaixão. Ela dissolve a barreira tóxica, possibilitando que enxerguemos as outras pessoas pela barreira do amor, mesmo que esta pessoa tenha feito algo de ruim para você.

São três passos para perdoar algum sentimento bloqueado que temos sobre alguém:
1. Você precisa estar disposto a perdoar
2. Você necessariamente precisa escolher a paz e estar bem consigo e com os outros
3. Esteja disposto a identificar formas concretas e situações que permitam que você perdoe, que criem novas pontes com estas pessoas (como uma conversa ou uma ligação entre as duas partes).

Perdoar a si mesmo também é um passo importante neste processo, pois constantemente estamos nos julgando sobre algo. Neste processo, a meditação e a terapia podem ajudar de forma efetiva, acelerando o processo.

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Revisitar conexões

Um mundo diferente do que vivemos é possível de ser construído se todos nós revivermos as conexões e as percepções negativas que temos sobre os outros e ao revisitarmos construirmos novas pontes de amor e compaixão.

Muitas pessoas estão aplicando este conceito e impulsionando suas vidas, deixando para trás amarras invisíveis. Pessoas que são habituadas a julgar têm como custo as suas relações e o seu poder de manifestação, tornando-se imãs de situações desagradáveis frequentemente.

Qual a sua visão para este novo ano? Que tal plantarmos sementes de pensamentos bons para colhermos outros melhores ainda?

Desafio a todos a começar abrindo portas, criando e reconstruindo conexões que podem ajudar a impulsionar seus projetos e sua vida para frente.

PatriciaDambros

Patrícia D’Ambros
Master em Design Visual,
Especialista em Criatividade para novos Negócios.
Gestora de Processos criativos.

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